Na nossa opinião, Agostinho da
Silva não deixa de ter a sua razão no que escreveu no texto lido na sessão.
Transmitiu a realidade dura dos jovens de hoje em dia, sendo que muitos deles seguem
os maus caminhos, ao meterem-se na droga, ao roubarem, ao tornarem-se
violentos. Nós concordamos em certos aspetos, pois quanto menos fazemos, menos
queremos fazer; acomodamo-nos ao não fazer nada, ao não “lutarmos” pelas vidas,
torna-se um ciclo vicioso.
Agostinho da Silva tenta também encontrar soluções para sair desta “rotina”, da qual nós podemos ou não concordar, pois ninguém é igual a ninguém, cada um tem a sua realidade, a sua maneira de reagir às coisas. A nossa solução seria haver um certo equilíbrio entre trabalho/ócio, pois se, por exemplo, ao fim de 2 horas de trabalho, descansarmos 10 minutos, iremos ter o cérebro “mais descansado” e com outra vontade de encarar outra vez o trabalho e sermos mais produtivos.
Agostinho da Silva tenta também encontrar soluções para sair desta “rotina”, da qual nós podemos ou não concordar, pois ninguém é igual a ninguém, cada um tem a sua realidade, a sua maneira de reagir às coisas. A nossa solução seria haver um certo equilíbrio entre trabalho/ócio, pois se, por exemplo, ao fim de 2 horas de trabalho, descansarmos 10 minutos, iremos ter o cérebro “mais descansado” e com outra vontade de encarar outra vez o trabalho e sermos mais produtivos.