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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Pelos trilhos de Sophia de Mello Breyner...

Manhã cinzenta.
Uma brisa húmida pequenina invadia o hall de entrada decorado com as enormes tílias sorridentes. A juventude ensonada erguia-se ao som da voz da guia que, num tom enérgico e apelativo, lhes contava as histórias de cada árvore, folha, da casa Andresen e dos seus ocupantes, João e Joana (avós de Sophia de Mello Breyner).


Por todo o Jardim, vestígios da inspiração que pincelaram alguns contos infantis escritos por Sophia: as marcas do velho carvalho, habitação de um anão imaginado no conto "A floresta", a estátua feminina de bronze que vigiava o dormitar silencioso das rãs, inspiração para o conto "Rapaz de Bronze". Prosseguiam, arrastando os ténis desapertados, espreitando por entre as verdes e frescas folhagens que escondiam recantos, a Casa do Gato (a velha adega da quinta que era guardada por um gato), as estufas, umas decrépitas e enrugadas pelo passar do tempo, outras recentemente maquilhadas, albergando algumas espécies de flora não muito comuns.

Questionaram, tocaram, brincaram, lembrando tempos de criança, seguros de que ali seria um sítio onde voltariam para poder tranquilamente estar e usufruir da magia que enfeitiçou também a poetisa Sophia de Mello Breyner.
 
 

domingo, 22 de setembro de 2013

Ócio Criativo


 Na nossa opinião, Agostinho da Silva não deixa de ter a sua razão no que escreveu no texto lido na sessão. Transmitiu a realidade dura dos jovens de hoje em dia, sendo que muitos deles seguem os maus caminhos, ao meterem-se na droga, ao roubarem, ao tornarem-se violentos. Nós concordamos em certos aspetos, pois quanto menos fazemos, menos queremos fazer; acomodamo-nos ao não fazer nada, ao não “lutarmos” pelas vidas, torna-se um ciclo vicioso.
Agostinho da Silva tenta também encontrar soluções para sair desta “rotina”, da qual nós podemos ou não concordar, pois ninguém é igual a ninguém, cada um tem a sua realidade, a sua maneira de reagir às coisas. A nossa solução seria haver um certo equilíbrio entre trabalho/ócio, pois se, por exemplo, ao fim de 2 horas de trabalho, descansarmos 10 minutos, iremos ter o cérebro “mais descansado” e com outra vontade de encarar outra vez o trabalho e sermos mais produtivos.
 
Anabela Moreira
Sara Teixeira
Tiago Almeida
Vítor Pereira

Ócio = Tempos Livres


O ócio significa repouso, descanso, folga, preguiça, ou seja, resumindo é uma ocupação agradável em momentos de folga.

A nosso ver, pensamos que o ócio deve ser a base fundamental da nossa sociedade, mesmo trabalhando podemos sempre ter o nosso momento de “pausa”, só temos é de saber aproveitar todos os momentos da nossa vida como se fossem os últimos, sem fazer asneiras, ou seja sem fazer mal a ninguém, sem prejudicar ninguém.

O ócio muitas vezes leva-nos a fazer coisas impensáveis tais como seguir o caminho dos maus vícios, ou até mesmo pode-nos levar à morte, ou porque temos problemas, desgostos da vida, ou até mesmo porque não temos nada para fazer, mas isto não pode ser assim, temos de levantar a cabeça, não desistir de uma oportunidade tão boa que é a vida e seguir em frente mesmo com altos e baixos!

Com algum esforço sobra sempre algum tempo para o nosso descanso, basta querer!
Vanessa Silva
Ricardo
Bruno Peneda
Rafael

O Centro Português de Fotografia e à conversa com Gaspar de Jesus



No módulo relativo à imprensa escrita, os formandos de multimédia tiveram a oportunidade de visitar o Centro Português de Fotografia. Perceberam que, onde é atualmente o CPF, já foi em tempos a Cadeia da Relação do Porto, onde estiveram aprisionadas figuras ilustres como Camilo Castelo Branco, Ana Plácido e o Zé do Telhado. Conseguiram ainda ter a perceção da evolução da máquina fotográfica, visitando várias antigas celas onde estão agora expostas as máquinas e puderam ainda apreciar a exposição fotográfica que estava lá patente.
No sentido de perceber a importância da fotografia enquanto prova verídica de um facto ocorrido, os formandos falaram ainda, já nas instalações do CESAE Porto, com o fotojornalista Gaspar de Jesus, que os brindou com algumas histórias de vida relacionadas com a sua profissão, com amostras da sua vasta obra na área da fotografia, sublinhando ainda a relevância da fotografia na imprensa escrita.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Aprender nos meandros portuenses




Nos meses de junho, os formandos das turmas de multimédia e de redes tiveram a oportunidade de aprender um pouco mais sobre a história da cidade do Porto, através de peddy papers  estudados e organizados pelos próprios. Depois de uma preparação cuidada durante as sessões de formação, os formandos saíram para a rua em busca do conhecimento. Munidos de coragem, naqueles dias de canícula dormente, os formandos subiram e desceram ruelas, mergulharam na penumbra húmida das entranhas portuenses e tentaram desbravar segredos, fazendo perguntas aos transeuntes e vasculhando as casas, as portas, as obras com odor de pedra. Terminaram, esbaforidos de curiosidade suada mas satisfeita, à sombra das tílias da Invicta. Metas cumpridas!